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Se o que pagamos não pára de aumentar, algo nos escapa... O que será? - Main Column -->

Domingo, Fevereiro 19, 2012

 

“PROFUSÃO LOMBAR” em Argivai…

 

antes de mais leiam isto e tomem as suas conclusões:

http://www.ansr.pt/Portals/0/seg_rod/info/inst_sinal_lombas.pdf

cliquem ai como e quando devem ser colocadas lombas nas estradas

Compare com o Chorrilho delas que foram colocada em Argivai.. e em outros

lugares da Póvoa de Varzim, sem que o fluxo de trânsito o justificasse…

DSCN1476

DSCN1477

Dantes eramos sentidos proibidos, depois os sentidos obrigatórios,

e a proibição de virar á esquerda…depois a sinalética luminosa, com

piscas-piscas… agora as lombas… Háverá algum lobby empresarial

a provocar tais “desregulamentos” estradais… se não há parece!!!!

Senhor Presidente da Junta de Argivai.. Vá por lombas á sua porta !!!

È que pelo menos em dias de missa é um tal excesso de circulação

de veiculos…

        E como prova de amizade pela” Relvas Fusão” de freguesias

anunciada coloque também uma lombinha à porta do

Senhor Presidente da Juntda Póvoa de Varzim… Eh!eh!

Aproveite enquanto ainda manda alguma coisita…


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Sexta-feira, Fevereiro 10, 2012

 

ANGOLA regeita acordo ortográfico…

acordo ortográfico regeitado em Angola clique aqui

Jornal estatal angolano rejeita Acordo Ortográfico

Público.pt - ‎Há 22 horas‎

O principal jornal diário angolano publicou na quarta-feira um editorial dedicado ao Acordo Ortográfico, ao qual tece duras críticas, defendendo que “há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios, por mais respeitáveis que sejam”, ...

Jornal de Angola ataca "negócios" do acordo ortográfico

Diário de Notícias - Lisboa - ‎09/02/2012‎

Em editorial, o jornal escreve que "há coisas na vida que não podem ser submetidas aos negócios, por mais respeitáveis que sejam". O "jornal i" escreve que a polémica em torno do Acordo Ortográfico continua. Agora é a vez dos angolanos, que ainda não o ...

Angola disponível para aumentar apoio financeiro à CPLP

Diário de Notícias - Lisboa - ‎08/02/2012‎

O representante angolano Francisco Engoge assumiu hoje, em Lisboa, no final da reunião de pontos focais da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que o seu país está disponível para aumentar fatia financeira destinada à cooperação.

Jornal de Angola rejeita Acordo Ortográfico

Jornal Digital - ‎Há 3 horas‎

Luanda – O jornal estatal angolano publicou esta quarta-feira, 8 de Fevereiro, um editorial dedicado ao Acordo Ortográfico, ainda não ratificado no país, onde tece duras críticas. No texto, o principal jornal de Angola esclarece que a questão do Acordo ...

Nova geopolítica da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Jornal de Angola - ‎Há 7 horas‎

A nova dinâmica mundial faz com que os países procurem, cada vez mais, ferramentas para ultrapassarem algumas questões que sozinhos não podiam resolver. Nesta ordem de ideias, com o final da II Guerra Mundial, apareceram uma série de organizações que ...

Acordo Ortográfico

Diário de Notícias - Funchal - ‎Há 20 horas‎

Assídua leitora do "Diário de Notícias" desde a 1.ª hora, queria aqui deixar o meu apoio e felicitar o Dr. Vasco G. Moura pela medida tomada no começo do seu trabalho no CCB, em rejeitar de imediato o Acordo Ortográfico. É um autêntico absurdo o que se ...

Jornal angolano critica possíveis “negócios" na efetivação do ...

Portal Imprensa - ‎09/02/2012‎

O jornal angolano Jornal de Angola, que ainda não ratificou o Acordo Ortográfico, criticou o uso das novas regras em seu editorial, após reunião em Lisboa com os ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

CPLP, nova sede e velhos vícios

Zwela Angola Noticias - ‎08/02/2012‎

A Comunidade dos países de Língua Portuguesa (CPLP) inaugurou, ontem, com toda a pompa e circunstancia um novo edifício onde ficará instalada a sua sede. Até aqui, nada demais. Somente o concretizar de um velho objectivo de ter uma sede à altura de um ...

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Quarta-feira, Fevereiro 01, 2012

 

para que futuramente ninguém esqueça…

 

António Marinho e Pinto
Abertura do Ano Judicial – 31/01/2012
Discurso completo:
1 - http://www.youtube.com/watch?v=04DeKVFmSRI
2 - http://www.youtube.com/watch?v=dOpumSS5OTc
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Discurso do Bastonário na Abertura do Ano Judicial

CERIMÓNIA DE ABERTURA DO ANO JUDICIAL

Discurso do Bastonário da Ordem dos Advogados

31 de Janeiro de 2012

Exmo. Senhor Presidente da República

Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República

Exma. Senhora Ministra da Justiça em representação do Senhor Primeiro-Ministro

Exmo. Senhor Presidente do Supremo Tribunal de Justiça

Exmo. Senhor Procurador-Geral da República

Exmo. Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa

Exmo. Senhor Presidente do Tribunal Constitucional

Exmo. Senhor Presidente do Supremo Tribunal Administrativo

Exmo. Senhor Presidente do Tribunal de Contas

Exmos. Senhores Vice-Presidentes da Assembleia da República

Exmos. Senhores Presidentes dos Grupos Parlamentares

Exmo. Senhor Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas

Exmo. Senhor Provedor de Justiça

Exmos. Convidados

Senhores Magistrados

Caros Colegas

Minhas Senhoras e meus Senhores

Este é o quinto ano consecutivo que, em representação dos advogados portugueses, participo nesta cerimónia.

Os balanços que sucessivamente aqui tenho feito não foram positivos e o deste ano também o não será.

A situação da justiça e do país tem vindo a degradar-se, sem que se vislumbrem soluções que restabeleçam a confiança do povo português no nosso sistema judicial e no sistema político vigente.

A mentira, a demagogia e a irresponsabilidade foram erigidas em métodos privilegiados de actuação política.

As controvérsias estéreis substituíram com êxito o debate sério sobre os grandes problemas do país.

Vale tudo para ganhar eleições e, uma vez ganhas, logo os compromissos eleitorais são ignorados.

Há menos de um ano apenas, o governo de então caiu porque ousara propor medidas de austeridade muito mais suaves para o povo e para a economia do que aquelas que agora são impostas por aqueles que então se opunham a tais medidas e garantiam solenemente que nunca fariam coisa semelhante.

Algumas das medidas de austeridade que estão a ser impostas ao país nem sequer foram exigidas pela TROIKA nem constam do acordo com Portugal.

Perdeu-se todo o respeito pelos eleitores.

Muitas dessas medidas respondem tão só a uma agenda de interesses cuidadosamente ocultada durante os debates político-eleitorais que precederam a mudança de governo.

A crise também está a ser usada como pretexto para satisfazer antigas reivindicações dos sectores mais retrógrados dos nossos empresários, sobretudo daqueles que não foram capazes de se adaptar às exigências da modernidade e persistem agarrados aos arquétipos do mais primário liberalismo económico.

Em Portugal sempre foi mais fácil ser patrão do que ser empresário.

Mais fácil e mais compensador.

Os direitos laborais e sociais dos cidadãos deste país não são a causa desta crise nem constituem um obstáculo sério à sua superação.

Todavia parece que a receita para a vencer passa pelo empobrecimento generalizado da população.

Todos temos a percepção de que os sacrifícios que estão a ser impostos aos portugueses são desproporcionados em relação à gravidade da situação e não são equitativamente distribuídos.

A uns exige-se mais do que a outros e, em muitos casos, aqueles a quem mais se exige não são, seguramente, os que mais podem contribuir.

O povo português está no limite das suas capacidades e começa a dar sinais preocupantes de não suportar mais sacrifícios.

Há, de facto, um limite para os sacrifícios e esse limite já foi ultrapassado sem que, aparentemente, os nossos governantes se preocupem com isso.

Um perigoso sentimento de revolta está a generalizar-se em vastos sectores da população, não tanto devido ao peso das medidas de austeridade que lhes são impostas mas sobretudo pelo sentimento de injustiça que provocam.

Nem todos contribuem para a superação da crise e, principalmente, nem todos contribuem segundo as suas capacidades.

Há sectores e entidades que se isentaram dos sacrifícios, sem qualquer justificação aceitável à luz dos mais elementares princípios de igualdade e de equidade.

Não se compreende por que é que os funcionários públicos hão de ser mais sacrificados do que os outros sectores da população e, sobretudo não se compreende por que é que dentro da função pública há de haver sectores que ficam isentos de algumas medidas de austeridade e outros não.

Sejamos claros e justos: se é em respeito pela independência do Banco de Portugal que os quadros e funcionários desta instituição não serão obrigados a prescindir dos subsídios de férias e de Natal, então por que é que não se aplica o mesmo critério a outros órgãos do estado onde a independência é também um requisito para bom desempenho das suas funções?

Haverá entidade onde a independência seja mais necessária do que nos Tribunais?

Então por que é que os magistrados não tiveram tratamento idêntico ao dos quadros e funcionários do Banco de Portugal?

A independência do Banco de Portugal é mais importante para o governo do que a independência dos tribunais?

Por outro lado, as mesmas castas de privilegiados continuam a auto-isentar-se de sacrifícios e, mais do que isso, continuam a banquetear-se indiferentes aos sacrifícios impostos ao povo português.

As gigantescas remunerações que gestores transformados em políticos e políticos transformados em gestores se atribuem uns aos outros em lugares e cargos para que se nomeiam uns aos outros constituem nas circunstâncias actuais uma inominável agressão moral a quem, muitas vezes, é obrigado a cortar na satisfação de necessidades essenciais.

Há gestores de empresas, algumas delas até há pouco controladas pelo estado, que ganham num ano aquilo que a maioria da população só conseguiria se trabalhasse mais de um século ininterruptamente.

E isso, pressupondo que auferia um ordenado de mil euros mensais, pois aqueles cujas remunerações estão mais próximas do salário mínimo teriam de trabalhar mais de duzentos anos, consecutivamente, para conseguir o mesmo rendimento.

As nomeações para cargos públicos de amigos e familiares, de familiares de amigos e de amigos de familiares multiplicam-se escandalosamente, criando no aparelho de estado um gigantesco polvo clientelar cujos tentáculos se estendem já a empresas privadas onde o governo detém influência política.

Por outro lado, continua-se a alienar património público, em alguns casos com enorme valor estratégico para o interesse nacional, com o argumento de que o estado não deve estar na economia.

Mas, estranhamente, essa alienação em alguns casos é feita a empresas propriedade de outros estados.

Ou seja, o estado português não pode deter participações em empresas portuguesas mas se for um estado estrangeiro já pode.

Exmo. Senhor Presidente da República

Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República

Exma. Senhora Ministra da Justiça em representação do Senhor Primeiro-Ministro

Na área da justiça, está a seguir-se uma política errática marcada pelo populismo e por uma chocante incapacidade de responder adequadamente aos principais problemas do sistema judicial.

O governo parece mais preocupado em responder na comunicação social às notícias sobre os problemas da justiça do que em encontrar verdadeiras soluções para eles.

O processo de desjudicialização, iniciado há vários anos, está a ser acelerado pelo actual governo com vista a retirar a justiça dos tribunais para instâncias não soberanas e até para entidades privadas cujo escopo é o lucro.

Este governo está declaradamente empenhado em criar condições para que em torno da justiça floresça o mesmo género de negócios privados que outros governos criaram em torno da saúde, com destaque para essa justiça semi-clandestina que são os tribunais arbitrais em que as partes escolhem e pagam aos pseudo-juízes.

Essa justiça privada já é legalmente obrigatória para certos litígios, impedindo-se as partes de acederem aos tribunais do estado.

Além disso, o anunciado encerramento de cerca de meia centena de tribunais em todo o país insere-se nessa estratégia de desjudicialização.

A partir de agora, as pessoas, além das elevadas custas judiciais que lhes são exigidas, além de todas as dificuldades que lhes são levantadas para aceder à justiça, ainda terão de percorrer, em certos casos, centenas de quilómetros para se deslocarem a um tribunal, sendo que em algumas regiões precisarão de dois dias para isso, caso recorram exclusivamente a transportes públicos.

Com essas medidas, os tribunais deixarão de ser símbolos da soberania e da autoridade do estado, deixarão de ser o símbolo da justiça e da paz social, para serem apenas meras peças que burocratas e políticos sem sentido de estado movem nos tabuleiros das políticas conjunturais.

É preciso proclamar bem alto que as pessoas do interior do país devem ser tratadas de acordo com os imperativos da dignidade humana e não como números dos gráficos contabilísticos.

É preciso proclamar bem alto que a justiça não é um bem de mercado e não pode ser gerida segundo as leis da oferta e da procura.

A necessidade de justiça não é elástica e, portanto não pode comprimir-se ou expandir-se com sucede com qualquer mercadoria.

Os pequenos concelhos do interior do país têm tanto direito a ter um tribunal como as grandes cidades do litoral.

A justiça, sobretudo a justiça penal, tem de ser administrada nas comarcas onde ocorreram os factos típicos, pois de outra forma não se realizarão cabalmente as finalidades de prevenção geral e de pacificação social.

A justiça não pode abandonar o interior do país, pois isso representaria um perigoso retrocesso civilizacional e uma perigosa limitação política no acesso aos tribunais.

Por outro lado, anunciam-se, a um ritmo frenético, alterações legislativas a alterações legislativas feitas por outros governos.

Um delírio populista apossou-se do legislador.

De repente descobriu-se a fórmula mágica que vai acabar com a impunidade absoluta da corrupção, que vai eliminar os expedientes dilatórios e vai pôr fim aos atrasos processuais.

Finalmente os criminosos vão ser todos apanhados - pelo menos por câmaras de filmar - e os crimes até já nem vão prescrever.

A investigação criminal deixará de se preocupar com a recolha de provas materiais dos crimes (que dá trabalho e custa dinheiro) para se orientar apenas ou preferencialmente para a obtenção de confissões – esse meio de prova que tão bons resultados deu na Inquisição, nos processos de Moscovo e nos tribunais plenários do Estado Novo.

Os tribunais passarão a poder condenar um arguido não pelo que ele disser em julgamento perante o julgador mas pelo que ele tiver dito aos acusadores durante as investigações.

Os juízes deixarão de se preocupar apenas com os julgamentos e com a condenação ou absolvição dos acusados e passarão, eles próprios, a preocuparem-se com a investigação dos crimes e a acusação dos suspeitos.

Com este governo os juízes deixarão de ser apenas julgadores e serão também procuradores e polícias, pois passarão a poder aplicar, durante o inquérito, medidas de coacção e de garantia patrimonial mais graves do que as requeridas pelo próprio Ministério Público, incluindo a prisão preventiva.

O governo pretende que, mesmo quando, durante o inquérito, os investigadores não considerem a prisão preventiva de um suspeito necessária ou útil para as investigações, o juiz a possa decretar por mero arbítrio pessoal.

Assim, o juiz de instrução, em vez de constituir uma garantia para os direitos dos cidadãos, transformar-se-á numa ameaça a esses direitos; em vez de impedir os abusos persecutórios dos investigadores, passará a exacerbá-los ainda mais; em vez de ser o juiz das liberdades passará será um juiz-polícia.

Com as alterações que se anunciam no domínio do processo penal vai aumentar ainda mais o caos nos nossos tribunais, pois nenhum sistema judicial poderá funcionar na selva legislativa em que vivemos.

E o mesmo se passa com o processo civil para onde se pretende transferir os paradigmas processuais do direito público.

Num processo de partes pretende-se eliminar o princípio dispositivo em benefício de um triunfante princípio inquisitório mecanicisticamente transposto do processo penal.

Exmo. Senhor Presidente da República

Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República

Exma. Senhora Ministra da Justiça em representação do Senhor Primeiro-Ministro

Há, em Portugal – todos o sabemos –  uma justiça para ricos e outra para pobres.

Mas, ao contrário de certos discursos populistas, isso não deriva, do facto de os ricos serem privilegiados nos nossos tribunais, mas sim da circunstância de aos pobres não estar garantida uma efectiva protecção jurídica nomeadamente no que se refere ao direito de defesa em processo penal.

O mal da nossa justiça não está no facto de os ricos defenderem com relativo sucesso os seus direitos e interesses em tribunal, mas sim no facto de os pobres não o poderem fazer porque o estado não lhes garante condições para isso.

Porém, agora, pretende-se acabar com essa desigualdade, nivelando a justiça por baixo, ou seja, generalizando a justiça dos pobres.

Durante décadas, os cidadãos mais carenciados foram defendidos preferencialmente por advogados estagiários sem qualificações profissionais para proporcionar uma efectiva defesa aos arguidos, e mesmo por defensores ad hoc que nem sequer tinham formação jurídica, como acontecia frequentemente com o recurso a funcionários judiciais chamados para fazerem de Advogados em audiências de julgamento.

Uns e outros limitavam-se, em regra, a oferecer o merecimento dos autos e a pedir justiça, abandonando os arguidos ao arbítrio dos magistrados.

Nesse tempo ninguém falava em alterar o sistema de apoio judiciário; ninguém se preocupava com essa indignidade; nenhum magistrado se pronunciava publicamente contra essa ignomínia.

Porém, agora que, graças à acção da Ordem dos Advogados, esse modelo foi alterado no sentido de dignificar e tornar efectivo o direito de defesa, todos os dias aparece alguém a propor alterações.

O apoio judiciário até já foi tratado no congresso de um sindicato de magistrados.

Alguns juízes querem que a defesa dos cidadãos mais desfavorecidos seja efectuada por funcionários ou por juristas avençados, os quais, como é óbvio, logo poriam os seus interesses próprios acima dos direitos dos seus representados.

Num tal cenário, haveria, obviamente, menos recursos, menos contestações, menos testemunhas para inquirir, menos diligências de prova a realizar e, obviamente, mais confissões; haveria mais vantagens para o defensor/funcionário e para os magistrados e mais prejuízos para os cidadãos.

Há muita gente empenhada em aliciar os advogados oficiosos para as vantagens do estatuto de funcionário.

A campanha de descrédito que o próprio governo tem levado a cabo contra os advogados que trabalham no âmbito do sistema de acesso ao direito e os atrasos nos pagamentos dos respectivos honorários são sintomas claros de um chocante desrespeito pelos direitos das pessoas economicamente mais desfavorecidas.

Portugal é um dos países da União Europeia que menos gasta em apoio judiciário, mas o governo ainda quer gastar menos – obviamente, degradando ainda mais essa dimensão essencial do estado de direito.

Segundo o Conselho da Europa, o estado português gasta em apoio judiciário uma média de 331 euros por processo, o que constitui o montante mais baixo de praticamente todos os países da antiga Europa Ocidental, bem distante, por exemplo, da Suíça (que gasta 1.911 euros por processo), da Irlanda (1.423 €), Inglaterra e País de Gales (1.131 €), da Holanda (1.029 €), da Itália (737 €), do Luxemburgo (714 €), da Finlândia (663 €) e da Escócia (537 €), entre outros.

Abaixo do nosso país só estão a Arménia, a Bulgária, a Estónia, a Geórgia, a Hungria, a Lituânia, a Moldávia, o Montenegro, a Rússia, a Turquia e São Marino.

Exmo. Senhor Presidente da República

Exma. Senhora Presidente da Assembleia da República

Exma. Senhora Ministra da Justiça em representação do Senhor Primeiro-Ministro

Apesar do sombrio diagnóstico que acabo de traçar, nem tudo está mal na justiça portuguesa.

Quero aqui, elogiar publicamente a acção do Tribunal Constitucional pelo insubstituível trabalho que tem realizado na defesa da Constituição da República Portuguesa.

Há momentos em que ficar calado é mentir.

E eu mentiria, hoje e aqui, se em nome dos Advogados portugueses, não prestasse homenagem a todos os magistrados que exercem funções no Tribunal Constitucional e que, recatadamente, quase com humildade, recusando os protagonismos fáceis que outros tanto procuram, vão cumprindo a sua difícil função de fazer respeitar a Constituição e, assim, reforçar e prestigiar o estado de direito.

Se a Assembleia da República é a casa da Democracia o Tribunal Constitucional, por mérito próprio, é o coração do estado de direito pois é aí que palpitam algumas das suas dimensões fundamentais.

Sem o Tribunal Constitucional o estado de direito estaria mais fragilizado e a democracia seria muito menos saudável.

Sem ele a Constituição da República, muito provavelmente, não passaria de uma folha de papel.

Por fim, quero dirigir uma palavra de despedida ao Sr. Procurador-Geral da República, pois, creio que é a última vez que, nessa qualidade, participa nesta cerimónia.

V. Exa. É um magistrado judicial que ao longo de mais de 40 anos de carreira honrou a magistratura portuguesa e dignificou a justiça e os tribunais.

Em mais de cinco anos como Bastonário da Ordem dos Advogados, nunca encontrei nenhum colega que consigo tivesse trabalhado nas várias comarcas do país aonde prestou serviço que não me elogiasse as suas qualidades de magistrado, mas também de carácter e, sobretudo, o respeito com que sempre tratou os Advogados.

V. Exa. nunca precisou de fazer exibições de poder para ser respeitado pelos Advogados com quem trabalhou.

São assim os grandes magistrados.

Como PGR, V. Exa. sempre teve um relacionamento exemplar com a Ordem dos Advogados e comigo próprio, muito acima das divergências e diferenças de opinião sobre os problemas da justiça.

Por tudo isso, aqui lhe tributo publicamente, a homenagem e o respeito da Advocacia portuguesa.

Com a sua jubilação, Sr. Procurador-Geral da República, estou certo que a justiça portuguesa vai ficar mais pobre.

Muito obrigado.

António Marinho e Pinto

Bastonário da Ordem dos Advogados

Fonte: http://www.oa.pt/Conteudos/Artigos/detalhe_artigo.aspx?idc=31632&ida=115848


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Terça-feira, Janeiro 17, 2012

 

Cartão de Sócio Unifamiliar

 

Como funciona:

neste caso o nº familiar é o 34… que paga quota anual familiar…

estão incluidos neste nº familiar os sócios 327,337,10 e 459…

ninguém perde ou ganhaindividualmente numeros de sócios novos..

apenas existe um nº unifamiliar ou de grupo ou agregado…

pra efeitos de controlo basta o ficeiro excel informatizado ou

uma listagem geral impressa…

Só por maldade, entropia ou carrancismo se

pode estar contra este sistema…

sócio 34001

sócio 34002


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Segunda-feira, Janeiro 16, 2012

 

“MANHÃ SUBMERSA” em Argivai

    Reservado ao Páraco…

     O erro ortografico foi detectado eprontamente retirada a placa

pelos diligentes funcionários… mas o traçado do estacionamento invadiu a Rua,

não respeitando os alinhamentos..bastaria recuar um metrito e tudo ficaria “au point”…

     A Freguesia de Argivai, Multimilenar merece respeitabilidade e nunca faltou ao respeito

a nenhum Ministro da Igreja, que em dia de missa sempre teve o seu lugar de estacionamento…

e segundo reza a História nunca faltou o penso no tempo em que não havia automóveis,

para o cavalo ou outra besta de carga que transportasse o senhor abade…

  Modernices de quem quer mostrar serviço com cal e pouco mais…

Inculturas de quem confunde o aqueduto das “aguas livres” com o de “santa clara”…

Pobres dos trabalhadores que são instruidos para executarem estes “biscates”…

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“MANHÃ SUBMERSA” em Argivai

 

    Reservado ao Páraco…

     O erro ortografico foi detectado eprontamente retirada a placa

pelos diligentes funcionários… mas o traçado do estacionamento invadiu a Rua,

não respeitando os alinhamentos..bastaria recuar um metrito e tudo ficaria “au point”…

     A Freguesia de Argivai, Multimilenar merece respeitabilidade e nunca faltou ao respeito

a nenhum Ministro da Igreja, que em dia de missa sempre teve o seu lugar de estacionamento…

e segundo reza a História nunca faltou o penso no tempo em que não havia automóveis,

para o cavalo ou outra besta de carga que transportasse o senhor abade…

  Modernices de quem quer mostrar serviço com cal e pouco mais…

Inculturas de quem confunde o aqueduto das “aguas livres” com o de “santa clara”…

Pobres dos trabalhadores que são instruidos para executarem estes “biscates”…

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Angola:Mãe acusada de mandar agredir o seu próprio filho

Angola:Mãe acusada de mandar agredir o seu próprio filho

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Domingo, Janeiro 08, 2012

 

eleições na UDCArgivai - Lista Única

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União Desportiva e Cultural de Argivai

Instituição de Utilidade Pública

  Fundada em 30 de Novembro de 1988

 

LISTA A: Candidatos aos Corpos Sociais

Assembleia Geral:

Presidente: ,  Adelino Araújo Braga

1ª Secretária: , Ermelinda Maria Mesquita Vieira da Silva

2º Secretário: , Pedro Daniel dos Santos Cruz

Conselho Fiscal:

Presidente:   António José Magalhães Adonias

1º Secretário:  Victor Manuel Fernandes de Oliveira

2º Secretário:  Adelino da Costa Laúndos

Direção:

Presidente: , António Torres da Silva

Vice-presidente:  Manuel Alberto Nogueira Carriço

Vice-presidente:  Carina de Sá Ferreira Brito

Tesoureiro:  João Carlos Santos Almeida Reis

1º Secretário:  Jorge Manuel Martins Coelho

2ª Secretária:  Maria de Lurdes Mesquita Vieira Laúndos

Vogal:  Ezequiel Fernandes da Silva Costa

Vogal:  Luis Filipe Lopes Monteiro

Vogal:  José Carlos Santos Andrade

Vogal:  Joana Vieira da Silva

Vogal:  Filipe Miguel Faria Laúndos

Vogal:  Marta Filipa Ramos Neves

Vogal:  Sérgio Miguel Oliveira Ferreira

PROGRAMA ELEITORAL DA LISTA A

Abertura da Sede no novo Salão Social

Promover a abertura do Bar do Salão Social

Campanha de novos associados e atualização dos ficheiros

Motivar os associados a participar na vida associativa

Promover «Diálogos Abertos» com os associados

Atualização dos estatutos e regulamentos internos

Aquisição de viatura para transporte de atletas

Reativar o Rancho Folclórico Infantil S. Miguel-o-Anjo

Reativar a secção de Ténis de Mesa

Manter e desenvolver os escalões de Futebol

Manter e desenvolver a secção de Atletismo

Manter e melhorar a manutenção das instalações e equipamentos

Promover a abertura da Biblioteca / Sala Multimédia

Convívios e promoção de encontros de Associados

 

    O acto eleitoral decorreu na Manhã do dia 8 de janeiro de 2012

no “novo” Salão Social de Argivai “ ao Campo de Futebo da UDCArgivai…

Eis a foto da praxe : Local / Urna e  Comissão Eleitoral:

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Até ao momento não temos resultados mas sabemos

in loco que houve alguma afluência de votantes

Também não sabemos ainda o dia, local e hora da

tomada de posse do novo elenco directivo.


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Sábado, Dezembro 31, 2011

 

A VOZ DE ARGIVAI

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AQUI Manda o PECUS

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Sábado, Abril 10, 2010

 

PARTIDOS POLITICOS e Ciência PolÍtica

 

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Quando se questiona a estrutura dos partidos politicos temo que os enquadrar (apud. Vital Moreira e outros) no plano da participação partidária e da estrutura interna do poder.

Na participação partidária há que estudar os ELEITORES, os MILITANTES ACTIVOS, os ADERENTES e os SIMPATIZANTES…

Analizando as taxas de cada um destes grupos se pode ver melhor a tipologia de partido que se nos depara analizar…

Assim a percentagem de militantes activos num partido pode nos ser revelador da estrutura de poder dentro do partido  atravez da ~verificação da chamada LEI DE BRONZE DA OLIGARQUIA (Lassale)…

A percentagem de simpatizantes pode ser reveladora da impantação partidária na sociedade…não é á toa que os partidos procuram ter os seus simpatizantes nas chefias das associações de estudantes, trabalhadores, etc.etc…

A taxa eleitoral é fundamental para compreender a evolução do partido e é o feed back-base de toda aactividade partidária…

O nivel da aderência ( permanência de membros inscritos activos ou não) é revelador da consolidação partidária numa determinada região ou território…

OS ADERENTES são determinantes par a estrutura de poder dentro do partido…estes formam “oligarquias espontãneas” – “a sua massa deixa-se guiar passivamente  por um pequeno nucleo de militantes que assistem ás reuniões e aos congressos, que participam nas eleições dos chefes, fornecem os quadros dirigentes” …ASSIM os militantes dirigem os aderentes, os aderentes dirigem os simpatizantes, eos simpatizantes dirigem os eleitores…

Assim os partidos par além da tendência oligárquica , tem também uma tendencia burocrático-administrativa

Haverá democracia na medida em que uns representem os outros, ou seja as orientações dadas na base sejam seguidas até ao topo…

Fonte: Notas de Estudo de Ciência Politica …H.Meireles e outros…

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Sábado, Março 27, 2010

 

O OPORTUNISTA

 

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Domingo, Março 21, 2010

 

AOS POVEIROS SOCIALISTAS

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Amigos e Camaradas

“ O PS está muito fechado sobre si próprio, sem debate interno ou externo, que promova o entusiasmo dos militantes na sua ideologia. O PS tem feito muito poucas reflexões sobre os problemas e sobre as ideias”.in Mário Soares.

Através de mails a que tive acesso, por gentileza de um amigo, enviados quer pelo Renato Matos, quer pelo João Soares Carvalho “ independente, mas, contudo socialista”, como refere, nota-se haver muita preocupação e algum azedume pelo facto de existir mais que uma lista concorrente à concelhia do PS. Porquê tanto mal-estar? O debate interno não será a chave? Claro que é!.. Porquê então se irritam tanto?

Esta postura de criticar por concorrerem a umas eleições livres e de não promoverem encontros regulares para o debate de ideias, só poderá ser para castrar por completo a opinião de todos os militantes, sobretudo os mais esclarecidos…

Citando Tácito: ” Quem se irrita com as críticas, está a reconhecer que as merece “.

É muito saudável para um partido democrático, como é o PS, que apareçam várias candidaturas para a Comissão Politica. Tudo deve ser encarado com naturalidade, o que pelos vistos não está a acontecer.

A candidatura do meu amigo e camarada José Milhazes não é de rotura e muito menos sectária. Ou se concorda com ela ou não. Quem não estiver de acordo vota contra. Não será assim?

Amigos, o PS da Póvoa de Varzim vai contar com duas listas candidatas encabeçadas por Rui Terroso e José Milhazes. Esta é uma situação normalíssima, uma vez que o PS sempre foi um partido aberto. Porém, entendo que os debates devem ser feitos por ideias e causas, com elevação, o que não está a acontecer como acima referi.

O debate para as próximas eleições da Concelhia do PS da Póvoa de Varzim, já iniciado, é muitíssimo necessário, mas só deverá continuar se for feito com elevação, por cidadãos livres e responsáveis, virado para a modernidade, sem polémicas internas.

Não contem connosco para colocar na lama nomes ou catalogar camaradas. A imagem do PS e dos camaradas tem de ser preservada a todo o custo.

Num partido democrático como é o Partido Socialista é salutar o debate de ideias. Se não houver debate a vida interna no PS da Póvoa de Varzim tornar-se-á enfadonha e muito desinteressante.

Participa. Participar é ganhar.

Vota lista do José Milhazes

Fernando Castro Leite.


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Quarta-feira, Março 17, 2010

 

sobre a ortografia de MONTEALEGRE

 

Claro que os leitores dos nossos blogues são muito criticos…mas os culpados somos

nós que os habituamos a isso… e a pedido de várias familias aqui vai broa:

 

A Junta de Freguesia de Argivai elaborou um comunicado ou panfleto informativo sobre o passeio de idosos

à terra raina de MONTALEGRE… é uma terra bonita http://www.cm-montalegre.pt/

aqui vai o link da Câmara Municipal de Montalegre…e da Junta de Freguesia de Montalegre

http://www.freguesiamontalegre.net/   por sinal  PS….image

 

erros ortográficos qualquer um tem…e mais ainda quando são os nossos correctores ortograficos instalados nos pcs que nos mudam as grafias das palavras e nos surpreendem se nós não formos cuidadosos ao corrigir os textos corrigidos pelos respectivos correctores ortográficos…

 

O que nos preocupa mesmo é a aleivosia de persistirem no erro de dizer que Argivai nasceu em 953…

JUIZINHO MENINOS…se querem fazer festas façam…

mas procurem motivos mais válidos…

por exemplo a recuperação dos arcos que cairam…

 


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Quarta-feira, Março 10, 2010

 

É FALSO… Argivai ter nascido em 953…!!!

ARGIVAI não nasceu em 953 e muito menos em 24 de Março desse ano…

Quem o quer fazer crer aos outros engana-se e engana os mais distraidos..mas não nos engana a nós…que sabemos que isso é MENTIRA !!!

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Domingo, Março 07, 2010

 

MULHER

mulher


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Quinta-feira, Fevereiro 25, 2010

 

UM documento histórico de utilidade pública

 

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A primeira Comissão Administrativa da UDCA , tinha poderes de inquérito por 180 dias…


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Sexta-feira, Fevereiro 12, 2010

 

OVELHA RANHOSA…

 

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Terça-feira, Fevereiro 02, 2010

 

Manifestação

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Manifestação


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Terça-feira, Janeiro 26, 2010

 

Materialidade e formalidade constitucional

 

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SOBERANIA POPULAR versus NACIONAL

A monarquia tradicional assenta numa estrutura orgânica, uma ORDEM que lhe é imanente: a ordem, as hierarquias, a autoridade, a OBEDIÊNCIA, a família, O PAI, O ESTADO e o REI…

Claro que numa Monarquia Constitucional, não se pode dizer que o Soberano é o POVO…pois só na República é que pode o povo mandar…Por isso a Ideia de Estado aparece como tábua de salvação da ORDEM monárquica…Não sendo já o Rei o senhor absoluto, escuda-se a sua soberania nas instituições estaduais…E assim escudam-se os republicanos, numa monarquia constitucional, nos poderes que atribuem ao primeiro ministro e ao governo que pretendem sob o controle do parlamento….Daí o Parlamentarismo Constitucional Monárquico para tirar os poderes ao Monarca…ao Rei!!!

A futura constituição angolana. Tal como está redigida arrisca-se a não passar de uma Constituição Semântica ou seja como a define Canotilho “ uma formalização exterior da situação do poder político existente” ou seja, dos detentores de facto do poder..

E assim sendo, dizemos nós, sendo atípica, porque Angola não é uma monarquia constitucional, mas sim uma Republica – que quer dizer COISA PUBLICA – coisa do Povo - , a nova constituição, porque também é semântica esgota-se nos limites de qualquer auscultação popular ou golpe de estado…sendo ambos de cariz institucional, parlamentar, ou popular…

Explicitando: O Presidente da República pode ser “ in extremis” objecto de “ inpiechement”.Ou seja “expulso pelo povo democraticamente representado no parlamento” … Ou pelos parlamentares que tenham poder representativo suficiente par alterarem a constituição…Ou por eleições antecipadas, caso o parlamento se demita em bloco… é caso para dizer popularmente” rei morto rei posto….!!!” Porque a constituição material esvai-se nas constituições semânticas e o Estado extingue-se com o” golpe” seja ele “palaciano” seja “sanguinolento” ou “com o poder caído nas ruas”…

E tudo isto por uma simples razão:

É que estas constituições, mesmo as atípicas, são concebidas para monarquias, onde o poder ou pilar de uma Nação não é o seu Povo, mas o seu Rei e os seus sucessores nobiliárquicos, príncipes. Duques e demais Família Real… deposto um rei outro de igual linhagem sanguínea se lhe sucede…

Não pode ser o mesmo numa Republica…quer dizer…Pode mas não deve…é a voz da história que nos diz que não…!!! Será?

Renato Gomes Pereira


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Quarta-feira, Janeiro 06, 2010

 

Vinte anos depois continuam a fazer-se leis Injustas em todo o mundo…até quando?

 


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Sexta-feira, Janeiro 01, 2010

 

NEGRITUDE

 

ANGOLANO (Albano Neves e Sousa)


Ser angolano é meu fado, é meu castigo
Branco eu sou e pois já não consigo
mudar jamais de cor ou condição...
Mas, será que tem cor o coração?
Ser africano não é questão de cor
é sentimento, vocação, talvez amor.
Não é questão nem mesmo de bandeiras
de língua, de costumes ou maneiras...
A questão é de dentro, é sentimento
e nas parecenças de outras terras
longe das disputas e das guerras
encontro na distância esquecimento!


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Quarta-feira, Dezembro 16, 2009

 

Cavalgadas, cavalgaduras e animais de carga…

 

Politica Fiscal e Equidade…pangare

         Imaginem como seria há largos séculos atrás cavalgar a toda asela por esse mundo fora… Não havia postos de abastecimento de combustivel, nem oficinas, nem auto reboques…quando muito de onde em onde haveria um ferreiro, que sabia colocar ferraduras em cavalos,e um ou outro agricultor que disponibilizava palha e água para os cavalos… Fora isso só encontrava ,ferreiros, agua e palha nas estalagens e albergarias…

       Eram assim como que hoteis de cinco estrelas da alturas as estalagens…e as Albergarias seriam como que um local de dormidas não classificado e quando muito forçada a comparação a hoteis de duas ou três estrelas…

       Estou apenas falando de cavalos e cavaleiros, as diligências e as carruagens eram como que os aviões particulares e as limusines do nosso tempo…E quem não tinha nem cavalos, nem burros nem bois ,nem vacas viajav a pé como caminheiro e era muito bom para a saúde…e para os animais também claro…

       A carga toda era transportada às costas, em carros de bois, e quando muito por barco, rio ou mar… Não havia caminhos de ferro, nem Tgvs!!! Podem perceber o que é transportar sacos de farinha ou antes disso o milho para o moinho ou azenha moerem…

     Tudo isso gerava um sem número de profissões e actividades…que são sinais dos tempos…umas acabaram outras transformaram-se…

      SE Pudessemos . aplicar o Iva a tudo isso e o pagamento por conta, o IRS, o IRC, O imposto de selo, o imposto de circulação,imposto sobre os combustiveis, etc,etc, imaginem como o fisco seria excedentário em receitas, mas provávelmente nenhum de nós existiria já pois tinha sido extinta a especie por ter sido há muito sugada até ao tutano!!!

Percebo bem, por isso, a angustia de JOE , O Canalizador,(plumber) na ultima campanha eleitoral dos States que acabou por eleger Obama como seu presidente…

PORTANTO esta coisa da “politica fiscal” tem que respeitar a ecologia…

E a propósito de Ecologia: digam a Mugabe e aos outros Ditadores Africanos, que os “ pobres dos paises mais desenvolvidos es tão fartos de fazer doações e concessões para enriquecer ainda mais os ricos dos paises pobres” apud o meu patricio luso-angolano  o Jornalista Orlando Castro


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Sexta-feira, Dezembro 11, 2009

 

CLIK

 

congresso14  
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Segunda-feira, Novembro 30, 2009

 

BOAS FESTAS

 

Produções PECUSMALTHUS desejam a todos: 

bf


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Segunda-feira, Novembro 23, 2009

 

OS CARTAZES dos “RA-paz-ES”

 

PNR - Partido Nacional Renovador - Downloads | Cartazes

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Domingo, Novembro 15, 2009

 

A ECONOMIA contra A ECOLOGIA

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Sábado, Outubro 31, 2009

 

Argivai era assim antes da “guilhotina…

 

A Génese  de ARGIVAI é mais que Milinar…. é Pré Histórica ! ! !

         Argivai , antes da comemoração dos erroneamente proclamados 1050 anos era assim…Não tinha aquela estatueta que mais parece uma guilhotina para decepar a cabeça dos que pensam em Argivai e arredores e/ou não se regem pela batuta do “soba” da freguesia…

            Claro que NINGUÈM VIVO saberá quando nasceu Argivai, e os que disserem que sabem são uns Grandes Mentirosos e até desonestos intelectuais…

E Como Argivai é pelos documentos históricos já descobertos – vestigios de povoado Pré romano – téculas descobertas em escavações- castro de argivai – fonte celta – anterior à história ( o que separa a história da pré-história é a descoberta da escrita)  sendo pré-histórica, dado que os papeis só muito mais tarde vieram a ser inventados, sendo a primeira escrita feita na pedra…não terá grande sentido tomar por base de nascimento de Argivai a data de um documento,( ele próprio mesmo do ponto de vista histório de alguma duvidosa integralidade,vide Portugalia Monumenta Históricae- Alexandre Herculano e outros…) referente a uma doação de terras  feita por alguém que não sabemos se era  já, ou se foi em tempo algum a sua legitima dona ou possuidora ao Mosteiro de Guimarães e onde a palavra Villa Argenadi (Quinta do Argevadus) apenas aí aparece como  a terra ou propriedade com a qual confronta a que vai ser doada… Ou seja o documento prova que nessa data de 953 Argivai Já existia… e nada mais  …daí não se pode concluir que Argivai nasceu aí… e existem milhentas provas a demonstrar o contrário…

Argivai ao Primeiro de Novembro de 2009

renato gomes pereira


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Quinta-feira, Outubro 29, 2009

 

LEITINHO PARA TODOS

 

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klik para aumentar e ler


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Quarta-feira, Outubro 21, 2009

 

KU – LIGADOS e Dis ruptus

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Segunda-feira, Outubro 19, 2009

 

IGNOTUS SARAMAGUS

SARAMAGO ESTRAGA O LEITE… não deixe sua vaquinha comer…

…quem beber o leite de sua vaquinha saramaga vai azedar…

..e ficar desconfiado do mundo….e da origem da vida..vai viver num inferno comunista….

saramagos

Cuidado com as verduras antigas..lave-as bem…


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Segunda-feira, Outubro 12, 2009

 

Santuário de Fátima - Página Oficial

 

Santuário de Fátima - Página Oficial


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Sexta-feira, Outubro 09, 2009

 

O FILME…

A CARAVANA DA UEA


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Quinta-feira, Outubro 08, 2009

 

Carlos Alberto Contreiras Gouveia

PROTO-CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA de ANGOLA

 

angolaCntr 18  

 

 

 

 

 

 

 

http://partidorepublicanodeangola.blogspot.com/     PREA

Blogger: Perfil do usuário: Carlos Alberto Contreiras Gouveia

Este Angolano Pediu recentemente

Asilo Politico em Espanha…

 

http://partidorepublicanodeangola.blogspot.com/

PARTIDO REPUBLICANO DE ANGOLAbandeiraprea


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